É fato que as distribuições mais usadas em ambiente crítico são Debian, RedHat e Suse. Contudo, quando se pensa assim, qual é o mercado da Mandriva?
Roger,
Essa é a pergunta essencial. Eu acredito que para dar estabilidade, criar uma fundação pela própria Mandriva, vai fazer com que a distribuição fique separada, independente da empresa, mas recebendo todo apoio. Seria
separar legalmente e financeiramente a
distribuição Mandriva Linux da
Empresa Mandriva.
Se manteria o apoio financeiro e técnico da empresa Mandriva.
Se a Empresa Mandriva falir, a distro vai ter estrutura para continuar com apoio da comunidade, só vai precisar ir criando uma rede de doações institucionais. Com o tempo, e essa rede se consolidando, vai poder ser tão refencia como o Debian, só quem com pacotes rpm.
A Fundação Mandriva Linux faria construção da distro e lançaria uma vez por ano o Mandriva Linux LiveCD ONE e o DVD e teria site e wiki.
A empresa trabalharia com a linha comercial e venderia suporte, que é o que faz a Canonical, a SuSe, RedHat, etc.
Se a Mandriva falir agora, sem separar a empresa da distro agora, acho difícil a comunidade de organizar, não é impossível, mas tenho a impressão que é difícil. Mas se não falir, pode ser que separar distro de empresa seja uma prevenção contra futura falência, e dá a estabilidade que os cliente precisam, que o mercado precisa.