No meu micro já usei por muito tempo o RAID já disponível pela controladora IDE/SATA da placa mãe. Já tive problemas no Mandriva quando por exemplo depois de ter feito a instalação, fazer a atualização do kernel. O defeito estava no pacote mkinitrd, que já tinha sido resolvido com uma atualização no mandriva 2008.1.
Agora você tem que ficar de olho as opções de mercado e na maneira como a RAID é vista pelo Linux. As fake RAIDS criam um RAID cujos dispositivos são mapeados em /dev/mapper!@#!@#!@#!@ onde esses caracteres que coloquei são um identificador da RAID que você montou. Agora quando se trata de uma placa RAID de verdade, o Linux a enxerga como um simples /dev/sda, já que todo o serviço RAID é feito por ela.
Agora o que escolher vai depender da sua aplicação. Se for um servidor, compre um servidor de verdade e não use desktops. Desktops são feitos para rodar 8 hrs por dia enquanto os servidores são 24h por dia, 7 dias da semana, e por aí vai. Uma máquina que não pode parar além de ter RAID nos discos tem que ter fontes redundantes de energia e sistema redundante de resfriamento, além de operar em um local com uma temperatura não maior do que 25 C. Se for um desktop, use a RAID disponível pela BIOS e se possível adquira pelo menos 3 discos para fazer um RAID 5 ao invés de usar 4 discos um RAID10. Dependendo da controladora, você pode utilizar 4 discos em RAID5 deixando 1 como hotspare para entrar em funcionamento assim que um dos 3 discos do RAID5 entrar em colapso. Lembre também de escolher um tamanho grande de strip para não prejudicar a performance da RAID fake.
Nos servidores que administro, todos estão montados com RAID5 e hotspare com controladora RAID SAS com 256MB de cache. Coisa linda de se ver...

Att.